sexta-feira, 8 de abril de 2011

Torta de Limão fácil e rápida!



Ingredientes massa:

2 pacotes de bolacha maisena;
6 a 9 colheres de sopa de margarina sem sal;

Ingredientes Recheio:

1 lata de leite condensado;
1 lata de creme de leite;
4 limões;
Raspas de limão;
Anis estrelado;

Modo de preparo:

Triture as bolachas no liquidificador. Em uma tigela coloque a bolacha, vá acrescentando a margarina aos poucos até dar o ponto para modelar a massa no fundo e na borda da forma de fundo removível. Coloque no forno médio por uns 10 minutos. Reserve.

Recheio:

Bata o leite condensado, o creme de leite, o suco do limão e um pouco das raspas no liquidificador. Quando a massa esfriar, jogue o recheio sobre ela. Decore com o restante das raspas e o anis estrelado. Leve a geladeira por no mínimo 2 horas.

Jantar Elvis... Hambúrguer, batata frita e salada!



Oi pessoal, aqui vai uma receita do Chef Jamie Oliver que fiz esses dias e foi um sucesso.
Um beijo e um abraço a todos.


Ingredientes Hambúrguer:


900 gramas de carne; ( A carne pode ser inteira e você colocar no processador ou então moída. O tipo pode ser acém ou então patinho, que foi minha escolha).
1 cebola roxa picada;
Azeite de oliva;
½ colher de chá de cominho;
1 colher de sopa de sementes de coentro;
Sal quanto baste;
1 colher de chá de pimenta-do-reino moída;
1 punhado de queijo parmesão ralado;
1 colher de sopa bem cheia de mostarda;
1 ovo grande;
120g de migalhas de pão;


Modo de Preparo:



Corte a carne e moa-o no processador. Isso é ótimo, porque você fica com alguns pedaços de carne menores e outros maiores. Numa frigideira grande, frite a cebola em azeite por cerca de 5 minutos até ela ficar macia, mas não dourada. Isso vai dar um toque adocicado ao hambúrguer. Junte a cebola à carne.
Num pilão, soque o cominho, as sementes de coentro, o sal e a pimenta até ficarem finos. Acrescente a mistura à carne.
Adicione o parmesão, a mostarda, o ovo e metade das migalhas de pão e misture. Se estiver muito grudento, adicione mais migalhas de pão.
Abra um pedaço de papel manteiga, salpique migalhas de pão por cima. Modele os hambúrgueres, coloque-os sobre as migalhas e salpique mais migalhas por cima. Estes hambúrgueres ficam melhores se forem esfriados na geladeira por cerca de 1 hora antes de serem fritos.
Aqueça um pouco de óleo numa frigideira e frite os hambúrgueres em fogo médio-alto por cerca de 8 a 10 minutos, virando-os de vez em quando. 

Ingredientes batata frita:

900g de batatas grandes cortadas em palitos grandes;
Azeite de oliva;
1 cabeça de alho;
Pimenta-do-reino moída quanto baste;
2 colheres de sopa de Alecrim;
Raspas de 1 limão siciliano;
Sal quanto baste;


Modo de Preparo:

Pré-aqueça uma assadeira no forno a 230°C.
Cozinhe as batatas-palito com casca em água salgada por cerca de 10 minutos ou até que fiquem macias, cuidado para não cozinhar demais. Aqueça um pouco de azeite numa frigideira e coloque os dentes de alho inteiros na frigideira, refogue-os no azeite até que comecem a ficar dourados, acrescente as batatas cozidas e escorridas e deixe por uns 4 ou 5 minutos mexendo sempre. Tempere tudo com a pimenta-do-reino. Coloque na assadeira pré-aquecida e asse durante 15 a 20 minutos ou até ficarem crocantes e douradas.
Coloque o alecrim num pilão com as raspas de limão e o sal. Soque tudo até fazer uma pasta verde, adicionando mais sal se estiver muito úmido. Salpique sobre as batatas antes de servir.

Ingredientes da Salada:

1/2 pé de alface;
1/2 vidro de picles;
4 tomates;
1 cebola;
1/2 vidro de palmito;
100 gramas de azeitona;
10 ou 20 ml de azeite;
1 limão;
Sal quanto baste;

Modo de preparo:

Pique todos os ingredientes e misture tudo em uma travessa, depois acrescente o suco do limão, o azeite e o sal.

Obs:  A foto não saiu muito boa porque estou sem máquina. Desculpa e um abraço.


Entrevista da Veja com Jamie Oliver

A cozinha é para todos

O chef-celebridade inglês diz que, mais do que um traço de genialidade ou uma habilidade fora do comum, cozinhar bem requer esforço e paciência.

Com treze livros publicados e um programa de TV exibido em mais de quarenta países, nenhum chef de cozinha é tão conhecido no mundo inteiro quanto o inglês Jamie Oliver, 35 anos. Há quase duas décadas no ramo, ele começou a se interessar por culinária quando ajudava os pais no pub da família, em Clavering, o vilarejo onde passou a infância. O que o alçou à celebridade não foi exatamente a excelência técnica, marca registrada dos chefs estrelados, mas sua capacidade de ensinar a cozinhar de forma simples e realista. Ele diz: "Não é preciso ser um grande gênio para produzir pratos excepcionais". Sempre em viagem pelo mundo na busca por novos ingredientes, Oliver falou a VEJA de Londres, onde vive com a mulher e as três filhas.

O senhor defende em seus livros e na TV a ideia de que qualquer um pode se tornar um bom cozinheiro. Como, exatamente?

Há muitos mitos em torno da figura do cozinheiro. É como se fosse alguém de posse de um talento sobrenatural capaz de promover milagres ao fogão. Isso não apenas não corresponde à verdade como espanta muita gente da cozinha por não se achar à altura da função. Pois, mais do que um traço de genialidade ou uma habilidade fora do comum, cozinhar bem requer esforço e paciência em graus elevados. O segredo está na repetição. É preciso executar uma mesma receita dezenas de vezes, até ela funcionar, para depois começar a modificá-la aqui e ali.Cozinhar exige também completa ausência de frescura e alta dose de sangue-frio na hora de sujar as mãos e manusear toda sorte de ingrediente – coisa que nem todo mundo está disposto a encarar. São pré-requisitos que, definitivamente, não têm nada a ver com a imagem do glamour tão difundida por aí.

Os grandes chefs são obcecados pelas técnicas culinárias, mas o senhor parece não dar muita importância a elas...

Qualquer um que se pretenda bom cozinheiro precisa dominar um conjunto básico de técnicas, sim, mas elas não são de alta complexidade. Ao contrário. Para quem não ambiciona se tornar um profissional da área, as técnicas necessárias para produzir pratos excepcionais em casa são tão simples que um autodidata tomado de determinação e com tempo pode assimilá-las sem grandes traumas nem sobressaltos. Quem acha que culinária é só coisa de artista vai discordar de mim, mas impressiona como as mãos se acostumam às tarefas da cozinha, até elas se tornarem puramente mecânicas. A gastronomia pode ser uma atividade altamente penosa.

Em que sentido?

Os erros na cozinha são tão frequentes quanto frustrantes. Minha experiência mostra que a maioria dos novatos que acabam desistindo de cozinhar o faz justamente porque não resistiu às primeiras decepções diante de uma receita que desandou ou de um prato que, depois de horas a fio de trabalho árduo, saiu queimado do forno. A questão central é que qualquer um com um mínimo de determinação e inteligência pode seguir em frente. Não é exagero afirmar que em nenhum outro período da história foi tão fácil tornar-se um bom cozinheiro.

Por que cozinhar bem se tornou mais fácil?

Houve grandes avanços em duas frentes. Primeiro, os utensílios nunca foram tão funcionais. Isso poupa o tempo antes gasto com tarefas enfadonhas, como picar legumes – um trabalho hoje executado por processadores que são verdadeiras Ferraris da cozinha. Melhor ainda: eles proporcionam tais cortes com a mesma maestria de um bom cozinheiro. Também pesa em favor dos iniciantes a incrível variedade de ingredientes encontrados nos supermercados e feiras livres. Eles costumavam ser bem raros e caríssimos, restritos às rodas dos chefs profissionais. Na última década, porém, a globalização vem tratando de popularizar os azeites de alto padrão e os temperos exóticos. Eles têm um peso decisivo na excelência de um prato – talvez até maior que o da mão do próprio chef.

O senhor, afinal, não acredita em genialidade na cozinha?

Como em qualquer área, existe na gastronomia um grupo de profissionais capazes de romper com as velhas fórmulas e inovar de forma surpreendente. Estes criam técnicas e servem de inspiração para os colegas. Mas isso não quer dizer que sejam os melhores do ramo. Uma espuma produzida sob os pilares da tão celebrada cozinha molecular é sempre interessante, e ninguém discorda disso – mas não será necessariamente saborosa. E pagar caro por ela pode não valer a pena. Muitas vezes, não é num restaurante estrelado sob o comando de um chef de renome que se encontrará a melhor comida, mas sim num bistrô mais simples e despretensioso. E quem costuma sair para comer fora já entendeu isso. Nas grandes cidades do mundo, os habitués de restaurantes compõem um grupo bastante ciente daquilo que quer.

As pessoas se tornaram mais exigentes em relação à comida?

É um fato inquestionável. Há evidências de que o próprio paladar das pessoas está mais apurado do que no passado. Elas estão mais críticas. Essa evolução se dá, justamente, à medida que se popularizam os temperos e a culinária de diferentes países. O paladar vai sendo educado. Nas grandes metrópoles do mundo, a oferta de bons restaurantes também cresceu exponencialmente. E, num cenário de nível elevado, espera-se que as pessoas se tornem ainda mais criteriosas e exigentes. O dado bom é que elas podem escolher à vontade.

É mais difícil hoje prosperar no ramo da gastronomia?

Sem dúvida, a sobrevivência ficou mais dura para donos de restaurante como eu. Para se ter uma ideia, os mais chiques precisam concorrer hoje com aqueles bistrôs comandados por chefs estrelados, como os franceses Yves Camdeborde e Christian Constant. São profissionais que desceram um degrau na escala do luxo por uma mudança de comportamento que vem se acentuando nos últimos anos.

A que mudança o senhor se refere?

Sempre haverá espaço para o luxo e a alta gastronomia, especialmente quando se trata de boa comida – mas as pessoas estão mais ciosas e conservadoras na hora de gastar fortunas comendo fora. Esse é um consenso entre meus colegas. Evidentemente que a ida a um restaurante de alto padrão proporciona uma experiência que transcende a da própria comida, e isso tem seu preço. O ambiente é impecável. Há a liturgia dos vários pratos. O chef-celebridade passeia pelas mesas. Isso ninguém vai ter num bistrô. Só que hoje quem oferece comida mediana cobrando preço alto já está tendo mais dificuldade de sobreviver. Também está saindo de moda aquele grupo de restaurantes em que é preciso esperar dois meses para conseguir uma mesa, e, ao terminar o tão almejado jantar, você tem de passar numa pizzaria porque ainda está com fome. Ou até completar a refeição em casa mesmo, onde a comida é muitas vezes mais fresca.

O senhor está dizendo que a comida nos restaurantes não é fresca?

Não é segredo que mesmo bons restaurantes compram comida em grande quantidade, para ganhar na escala, e congelam. Cozinhando em casa, não só essa variável é mais controlável como também a do próprio preparo dos pratos, que pode se dar em bases mais saudáveis do que num restaurante. Em minha terra natal, a Inglaterra, até hoje as pessoas saem para comer fora o tradicional fish and chips (peixe frito com batata frita), boiando em gordura. É horrível. Felizmente, a gastronomia inglesa já evoluiu muito. Temos, no entanto, um atraso histórico – difícil de recuperar.

Qual é a razão para o atraso inglês na gastronomia?

Depois da II Guerra, os ingleses canalizaram todos os esforços para recuperar a economia e abandonaram a cozinha, que até aquele momento não estava entre as piores da Europa. Sem o hábito de cozinhar, a comida foi decaindo até se tornar péssima, tal qual a dos americanos. Quando ingressei no ramo, na década de 90, o cenário gastronômico da Inglaterra se restringia a alguns poucos – e caros – restaurantes e a muito peixe frito. Hoje, a comida voltou a ser um assunto que desperta não apenas o interesse como a ambição dos ingleses de fazer frente a outros países europeus. Causa comoção, por exemplo, o fato de chefs como Heston Blumenthal, do festejado The Fat Duck, serem reconhecidos mundialmente. Mas estamos ainda a anos-luz dos franceses, o que para um inglês típico não é exatamente algo agradável de constatar.

Nenhum país reúne tantos restaurantes com estrelas no Guia Michelin, a bíblia da gastronomia, quanto a França. O senhor concorda que a comida francesa ainda é imbatível?

No quesito "culinária tradicional", aquela pre-parada ao longo dos séculos não apenas nos restaurantes mais badalados de Paris como também nos pequenos vilarejos do interior, os franceses são insuperáveis – assim como no rigor técnico. O problema é a inflexibilidade dos chefs de lá diante das novidades. O efeito disso se vê no prato. É a culinária, afinal, que perde.

Por que o senhor diz isso?

Fechados à influência de outras culturas, os chefs franceses acabam se privando daquilo que tem feito com que tantos países avancem na gastronomia: a mistura de técnicas e ingredientes de muitas origens e variedades. A cultura gastronômica se reinventa no ritmo da globalização. Cozinheiros de todos os continentes trocam experiências a toda hora e até on-line. O fluxo de ingredientes intensificou-se. Nesse cenário, os chefs mais conservadores são justamente os franceses. A culinária da Espanha é hoje tão forte quanto a da França e é também infinitamente mais inventiva justamente porque soube se beneficiar dessa abertura para o mundo.

Em seu novo programa, exibido na televisão americana, o senhor trava uma guerra contra o fast-food. É possível mudar os hábitos alimentares nos Estados Unidos?

Mexer com hábitos alimentares tão arraigados requer tempo, mas acho que é factível. Quando iniciei uma campanha por lanches mais saudáveis nas escolas inglesas, por exemplo, muita gente me tachou de louco, mas as crianças aos poucos começaram a trocar as frituras por opções mais saudáveis. Basta para isso que as trocas se deem em bases realistas. Não dá para esperar que as pessoas abandonem, de uma hora para outra, aquilo que gostam de comer – mas elas podem sempre tornar esses pratos um pouco mais saudáveis. Nessa linha e para desgosto dos mais xiitas, eu ensino receitas à base de produtos congelados e enlatados, sem preconceitos. Tão enfronhados na cultura gastronômica moderna, não dá simplesmente para bani-los da mesa. Nossos maiores inimigos são, na realidade, as redes de fast-food.

Mas até em seu novo livro, A América de Jamie Oliver (Editora Globo), o senhor ensina a preparar pratos calóricos típicos das redes de fast-food. Não é um contrassenso?

Minha guerra não é contra os alimentos calóricos, mas contra os produtos processados, cheios de gordura e desprovidos de qualquer nutriente – ou sabor. Um hambúrguer pode ser saudável e até pouco engordativo, se for preparado à base de carne magra de boa qualidade e servido ao lado de legumes grelhados e de uma salada de folhas, não de batata frita. O problema é que você não vai encontrar um hambúrguer assim no McDonald’s. E a maioria dos americanos só quer saber de comer nesse tipo de lugar. Por isso atingem índices tão elevados de obesidade desde a infância.

Alguns críticos já declararam que seus restaurantes são ruins. Como o senhor lida com eles?

Só tenho uma coisa a dizer aos críticos: meus restaurantes não têm estrelas no Guia Michelin, é verdade, mas estão sempre com fila na porta. Não é esse, afinal, o melhor indicador de que a comida agrada? 

Biografia de Jamie Oliver.



Oi pessoal, algum tempo atrás, eu estava em casa vendo televisão no canal GNT, foi quando eu vi pela primeira vez o Chef Jamie Oliver. Logo de cara me apaixonei, quando vi sua habilidade na cozinha fiquei encantada. Ai comecei a preparar algumas de suas receitas e adivinhem só?! Maravilhosas e sem muita complicação.
Então resolvi colocar sua biografia no blog para que todo mundo saiba um pouco mais sobre ele.
Um beijo e um abraço a todos.

James Trevor Oliver, ou simplesmente Jamie Oliver (Clavering, Essex, 27 de maio de 1975), é um chef de cozinha e personalidade televisiva do Reino Unido. É conhecido pelo uso de alimentos naturais e orgânicos e por seu trabalho recente em mudar hábitos alimentares nas escolas britânicas.

Jamie cresceu na pequena vila de Clavering, Essex. Seus pais tinham um pub, típico bar inglês, chamado The Cricketers. Ele teve dificuldades na escola, devido à dislexia, e não se formou em nenhum curso regular, embora tenha aproveitado para formar sua banda de música, Scarlet Division. Com 16 anos entrou na escola de culinária de Westminster e começou a trabalhar com o chefe londrino Genaro Contaldo, que considera seu mentor na culinária.
Sua primeira aparição na televisão foi em 1996, quando foi descoberto por uma produtora enquanto trabalhava em um restaurante. Ela o viu em um documentário e imediatamente reconheceu seu potencial. Duas temporadas de The Naked Chef foram feitas em 1998 e 1999.
Em 24 de junho de 2000, Jamie casou com Juliette Norton, mais conhecida como Jools. O casal conheceu-se em 1993 e teve duas filhas: Poppy Honey (nascida em março de 2002) e Daisy Boo (nascida em 11 de abril de 2003). Eles moram em Hampstead, Londres.
Após uma breve apresentação no programa de televisão, sua banda foi contratada pela gravadora Sony, tendo um CD com algum sucesso. Mas por falta de tempo, Jamie saiu da banda e o contrato foi rompido. A música tema dos programas, Just Start ficou muito popular em vários países.
Seu programa de maior sucesso em todo mundo foi Oliver’s Twist, seguido de séries especiais, como os programas sobre sua viagem à Itália, e sua cruzada pela boa alimentação. Antigamente produzidos pela BBC, atualmente o são pelo Channel 4.
Um dos projetos de maior repercussão foi o restaurante Fifteen, destinado a dar oportunidade de treinamento e carreira na gastronomia a jovens com desvantagens sociais, que foi acompanhado por um documentário na televisão. Também sua cruzada por alimentos orgânicos e naturais e por uma reforma no sistema da merenda escolar nas escolas britânicas, baseados até então em alimentos industrializados e fast-food, que ele propôs trocar por refeições balanceadas, naturais e ricas em verduras e fibras, foi polêmica e trouxe notoriedade e respeito por sua figura.
Por seus esforços em prol da sociedade, foi indicado em 2003, como Membro do Império Britânico pela rainha Elizabeth II.


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Li e amei!




 Olá pessoal, aqui vai mais uma dica de livro.
 Esses dias eu fui viajar, passei por uma livraria e vi esse livro e resolvi comprar, até porque já havia escutado que o filme era bom. 
 Meu Deus! Isso chega ser um vício de tão bom, quando você começa a ler, não quer mais parar. Incrível!
 Na Itália, que é onde ela tem experiência com a comida, é maravilhoso. Quem gosta de cozinhar ou então apenas provar, tem vontade de ir correndo para todos os restaurantes que ela menciona no livro. Eu mesma fico imaginando cada cantina nos becos escuros que ela fala com aquela pizza perfeita. Hummm! Da água na boca.
 Bom pessoal então por enquanto é só isso.
 Um beijo e um abraço para todos. 

terça-feira, 5 de abril de 2011

Moranga recheada



Ingredientes:

1 moranga média;
1 kg de peito de frango;
2 caixinhas de creme de leite;
1 vidro de leite de coco;
1 vidro de champignon;
1 colher de sopa de molho de tomate;
1 cebola média;
3 dentes de alho;
Sal quanto baste;
Pimenta do reino quanto baste;
20 ml de azeite;
1 colher de sopa de maizena;

Modo de Preparo:

Faça uma tampa na moranga tire as sementes, lave e passe sal nela, depois coloque água dentro dela e coloque ela em uma forma e embrulhe no papel alumínio. Coloque no forno a  uns 180º/200º graus e deixe ela por cerca de uns 30 minutos ou até que ela fique macia. Tome cuidado para que não amoleça demais.
Em uma panela coloque o azeite, a cebola, o alho e frite. Corte os frangos em tirinhas, tempere ele com sal e pimenta e frite junto na panela. Quando estiver frito coloque o leite de coco, o champignon e o molho de tomate, espere dar uma fervida e coloque o creme de leite e a maizena. Quando engrossar acerte o sal.
Quando a moranga estiver pronta coloque o frango dentro dela e enfeite com cheiro verde.

Obs: Além de frango a moranga pode ser recheada com carne seca, camarão, filé, carne moída.
Pode ser servido com arroz branco, batata palha e salada.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Carne moída com requeijão.



Gente aqui vai uma receita super prática e muito gostosa que fiz hoje. Espero que gostem.

Ingredientes:

300 gr de patinho moído(s)
1/2 unidade(s) de cebola picada(s)
1/2 xícara(s) (chá) de Molho de tomate
1 colher(es) (sopa) de amido de milho
1 xícara(s) (chá) de água
5 colher(es) (sopa) de requeijão
Sal a gosto

Modo de preparo:

Dissolva o amido de milho na água. Reserve. 
Frite a cebola picada, em seguida coloque a carne moída e deixe fritar. 
Quando a carne estiver totalmente frita, coloque o molho de tomate, em seguida junte o amido de milho dissolvido. Mexa até engrossar. 
Coloque a carne moída em um refratário e, por cima, distribua o requeijão derretido.
Outra opção é você distribuir o requeijão em alguns pontos e levar ao forno ( 210º ) até que derreta o requeijão.

Rendimento: 3 porções
Obs: Pode ser servido com arroz branco, salada verde e batata frita ou palha. Para decorar use cheiro verde.